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Arduino - Uma introdução

Escrito por Douglas Baiocco. Publicado em Diversos.

Sabe aquela solução barata e que funciona? O Arduino chega bem perto disso.

Desde os meus 12 anos que trabalho com TI e sempre vi a tecnologia como sendo uma forma de melhorar a vida das pessoas. Os celulares, as redes sociais e a internet nos trouxeram uma incrível melhora na comunicação e seus diversos recursos mudaram a forma de viver a vida. Mas ainda me faltava alguma coisa.

Eis que descubro o Arduino a alguns anos atrás. Um equipamento pequeno, modesto e sem muito apelo visual, mas que pode fazer maravilhas se for bem utilizado. Veja uma foto do bichinho:

Resultado de imagem para arduino uno

 

Parece que esqueceram de terminar ele, né?

Pois bem, este carinha é na verdade uma plataforma de desenvolvimento de hardware, livre. O que isso significa? Significa que você pode fazer o que quiser com ele. Pode até fazer um desses. Pode fazer um desses diferente. Pode quase tudo.

O Arduino é uma ferramenta que pode ser usada para uma enormidade de coisas: podemos criar sensores de temperatura, controladores de luzes, robôs, irrigadores automáticos, instrumentos musicais e o que mais você imaginar. Sabe aquelas casas automáticas dos filmes? Para isso, ele conta com diversos pontos positivos:

  • É barato;
  • Tem uma infinidade de componentes para estender suas capacidades;
  • É fácil de aprender e usar.

"Ah, mas eu nunca fiz nada mais do que trocar uma pilha do controle remoto. É tudo o que eu sei de eletrônica"

Tudo bem, você pode usar um Arduino também. Basta querer aprender. Existe muita documentação e vídeos tutorias na internet. O preço de um Arduino é outro motivador para quem esta começando. Um Arduino sai por 20 reais no mercado livre. Um kit completo para iniciantes sai por certa de 100 reais (vem muita coisa no kit).

Criando um THINCLIENT de baixo custo com Raspberry

Escrito por João Victor Teixeira. Publicado em Diversos.

O que é um ThinClient

Já publicamos um artigo sobre como criar um ThinClient com um computador velho e com pouco disco. Porém, ainda é necessário termos um computador para isso.

Nesta solução, iremos utilizar um equipamento extremamente mais atraente para este tipo de solução: O Raspberry Pi

A principal característica que define a utilização de um sistema de ThinClient seria a economia que seria gerada por se utilizar terminais ao invés de computadores completos para os usuários. Vejamos um exemplo: Em um Call Center, todos os usuários utilizam softwares em comum (um software especifico para Call Center, por exemplo) e todos tem as mesmas funções.

Podemos criar um ambiente com diversos desktops rodando um sistema operacional proprietário e instalar ou executar o software do Call Center. Podemos partir para um software livre, como opção ao sistema operacional. O custo de um desktop pode variar de algumas centenas de reais a mais de 2 mil reais. Consideramos a compra dos softwares de cada estação e demais agregados (antivírus, pacote Office, firewall, etc) teremos uma conta bem gorda para cada estação. Com uma solução de ThinClient, teremos apenas um sistema operacional que iniciará a estação do usuário e conectará ao servidor para que os programas possam ser acessados. Todos os softwares serão executados no servidor e as estações apenas exibem as telas geradas. O custo de licença fica limitado ao servidor. Outra grande vantagem é a melhora de performance. Caso precisemos melhorar memória ou disco, será feito no servidor, melhorando para todos os usuários.

O Raspberry Pi pode substituir um computador neste caso, pois é mais barato e muito mais fácil de ser convertido em um ThinClient. Iniciamos este projeto justamente pela questão Custo. Os equipamentos que estávamos adquirindo custavam em torno de 1000 reais. Na verdade, eles nada mais eram do que computadores x86 reduzidos rodando Windows XP modificado. A quantidade de problemas relacionados ao software que corrompia e a peças do equipamento que paravam estavam começando a comprometer o uso de ThinClients. A solução, até o presente momento, tem sido o uso de Raspberrys. Um Raspberry, importando de forma oficial, com nota e tudo mais, sai por cerca de 300 reais. Somemos o valor do adaptador de HDMI para VGA que custa uns 50 reais e mais o SD para o sistema operacional e a fonte de alimentação, temos um ThinClient por menos de 400 reais. Com a vantagem de termos a manutenção mais fácil e uma peça que podemos esconder atrás do monitor.

Veja o tamanho deste carinha!  

 

Criando um THINCLIENT com SLITAZ (máquina com menos de 1GB de HD)

Escrito por João Victor Teixeira. Publicado em Linux.

Neste tutorial, iremos criar um THINCLIENT para acesso ao TERMINAL SERVER do Windows 2008 R2. Para mais informações sobre o que é um THINCLIENT, acesse esse link

O ideal desta solução é que podemos utilizar um disco extremamente pequeno para instalar o sistema. Em nossos testes, utilizamos uma memória flash de 1GB. Podemos utilizar este tutorial em equipamentos muito modestos e com um ótimo resultado.

Programas necessários:

·         Linuxlive-usb-creator

·         WinSCP-5.9.2-Setup

 

Arquivos necessários:

·         slitaz-4.0.iso (baixe o ISO aqui)

·         pt-br (mapa de teclado do rdesktop para o teclado ABNT2)

 

Criando um PenDrive com Slitaz4.0

Primeiro é necessário criar um PenDrive bootavel com o Linux (slitaz-4.0.iso) utilizando o programa Linuxlive USB CREATOR, como mostra a imagem abaixo:

 

Desbloqueio automático de usuários do SAP

Escrito por Douglas Baiocco. Publicado em SAP.

Por questões de segurança, não é recomendável deixar uma senha ser testada indefinidamente sem bloqueio. Imagine um atacante na sua rede, tentando acessar seu ambiente SAP: o mesmo poderia utilizar um sistema que testaria combinações de usuário e senha e dependendo do tempo de tentativa e da qualidade da lista que ele utilizaria, poderia obter acesso ao SAP.

O SAP tem uma trava contra uma tentativa de login por BRUTE FORCE (o método de tentativa e erro): O usuário é bloqueado após 5 tentativas sem sucesso.

O parâmetro que define isso é este:

login/fails_to_user_lock (valor standard 5)

Adicionar um novo usuário ao CGI do Nagios

Escrito por Douglas Baiocco. Publicado em Nagios.

A tela de administração gráfica do Nagios é totalmente personalizável. Podemos mudar logotipos, fontes, links e demais itens para melhorar a visualização dos alertas gerados.
nagios0
Podemos também definir usuários para acessar essa interface. Como sequencia dos nosso artigos, aqui vai um dica rápida de como adicionar um novo usuário no FAN NAGIOS:

Entre em um terminal do servidor como root e digite o seguinte comando:

#htpasswd /etc/nagios/htpasswd.users nome_do_usuário

Digite uma nova senha para o usuário e pressione enter. Repita o processo.

Monitorando o Nagios pelo Celular

Escrito por Douglas Baiocco. Publicado em Nagios.

Quem utiliza algum sistema de monitoramento com certeza utiliza alerta por e-mail para verificações de problemas. É uma pratica muito comum. Eu mesmo tenho o sistema de monitoramento me enviando e-mails para me informar dos diversos casos que ocorrem na estrutura. Só tem um problema: é um saco ficar recebendo e-mail do Nagios.

Chega um momento em que receber toneladas de e-mails já não é suficiente para te alertar sobre um incidente. Em um determinado momento, você começa a ignorar os e-mails, ai um incidente sério pode passar despercebido.

A forma de alerta por e-mail é muito válida, mas hoje temos ferramentas muito mais práticas para esta função. Estamos utilizando uma neste momento que realmente melhorou muito a visualização dos problemas:

Esta ferramenta é o ANAG

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Monitorando Switchs com Nagios via SNMP

Escrito por Douglas Baiocco. Publicado em Nagios.

Switchs são equipamentos delicados: experimente um problema em um switch central em sua rede e veja o tamanho da confusão. O pior é não ter como prever uma falha, ou mesmo apenas assistir quando uma ocorrer. Mas não se preocupe, sempre podemos utilizar nosso monitoramento para esses casos.image001

A maior parte dos switchs atuais utiliza o SNMP, que é um protocolo utilizado para monitoramento de equipamentos de rede. Para mais informações sobre SNMP, acesse:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Simple_Network_Management_Protocol

http://www.4linux.com.br/o-que-e-snmp

Monitorando uma HP Blade usando o SNMP com Nagios

Escrito por Douglas Baiocco. Publicado em Nagios.

Equipamentos HP são um saco para monitorar... minha opinião. Ponto. Agora deixa eu explicar: existem ferramentas da própria HP para monitorar equipamentos, adivinhe, da HP. Posso cita o SITESCOPE, ferramenta paga, que monitora servidores, equipamentos de rede e etc. O problema é: é ferramenta paga.

Nós usamos o Nagios, versão free, portanto não queremos pagar nada. Com isso me resta uma questão: se tem SNMP, posso monitorar. Adivinha o que o Blade HP tem? SNMP, é claro.

Antes de mais nada, vamos esclarecer o que é um Blade. Observe a figura:

image001

Ta vendo esse monstrão? Isso é um Blade. Nada mais que um CASE para armazenar servidores. Isso é legal para quem tem uma estrutura que necessite de pouco espaço e que precise ser modularizado. Em um Blade, temos diversos servidores compartilhando conexões de rede, alimentação, ventoinhas e gerenciamento. Ele é praticamente uma rede inteira em uma caixa.

São inúmeras as vantagens em utilizar um Blade: